"Sábio não é quem leu 150 livros, mas quem conseguiu amar um livro."
16/08/2007 17:33
POESIA CONCRETA - NO TOMIE OHTAKE
A POESIA CONCRETA ESTÁ VIVA
A poesia concreta ideoposta na rua na década de 50 por Augusto e Haroldo de Campos e pelo escritor Décio Pignatari não envelheceu. Está bem mais nova e viva do que a maioria das modas literárias que derivaram ou contestaram o concretismo dos irmãos Campos.
Além do que, o concretismo acarretou uma enorme revisão na escrita de todo mundo. Claro que nem todo mundo se tornou concretista, mas todos passaram a respeitar a palavra, inteira ou desintegrada. passaram a escrever melhor.
A exposição do Centro Cultural Tomie Ohtake,
" POESIA CONCRETA
o projeto verbicovisual"
organizada por Walter Silveira, Cid Campos, João Bandeira e Lenora de Barros, em plena concretagem no Tomie, apresenta a face-histórica do movimento num beco branco que expõe edições e manuscritos das poesias e teorias produzidas pelos maiores representantes do movimento: José Lino Grunewald, Ronaldo Azeredo, Haroldo, Augusto e Décio.
Em três salas escuras subseqüentes estão os vídeos, as leituras, as transcriações, os ideogramas, os sons e a própria geometria gráfica do concretismo.
O Madrigal Ars Viva apresentou criações com os poemas dos autores musicadas por compositores de vanguarda.
Na saída, além de toda essa inspirada informação poética e histórica, ganhamos um vídeo com esses conteúdos.
enviada por Jorge da Cunha Lima
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(O que é isso?)